“O acaso é o eco, é o oco, é o eco do mistério”.
Mutações é um espetáculo-poema, onde três figuras arquetípicas — o Ancião, o Jovem e Ela — atravessam um fluxo contínuo de transformações, desencontros e temporalidades embaralhadas. O vento, que invade o palco e tudo desloca, é o quarto personagem. Livremente inspirado na simbologia do I Ching, o milenar Livro das Mutações chinês, o espetáculo é uma experiência sensorial sobre identidade e impermanência.




















