Em uma São Paulo marcada por ruínas e resistência, uma andarilha (Helena Ignez) percorre a cidade carregando uma caixa misteriosa, onde realidade e sonho se confundem. Entre memórias fragmentadas, vozes ancestrais e imagens em transe, O Mel é Mais Doce Que o Sangue transforma o espaço urbano em um ritual político-poético de invenção e sobrevivência. Inspirado pela vida e pela obra de Federico García Lorca, o filme constrói uma experiência sensorial e experimental sobre a permanência da arte diante do colapso, da violência e do apagamento.








